quinta-feira, 9 de abril de 2015

Vou de bike, cê sabe

Hoje o dia foi hilário. Saí, como de costume, para as minhas vendas de pães, roscas de queijo e brownies e, no fim das vendas, deveria pegar, como de costume,  o ônibus para voltar para casa mas hoje bastante fisgada pela estação de bicicletas. Aquelas fileiras verdinhas me tentaram, fiquei namorando mesmo. Resultado? Não resisti! Abandonei a ideia de voltar de G.O.L (garantia de ônibus lotado) e coloquei meu bilhete único para liberar a bike, visto que já tinha feito o cadastro prévio pelo site. Fiquei mesmo que criança com o doce nas mãos. Foi liberada a bike de número seis. Soltei-a com o desespero da ânsia de sair pedalando por aí afora.

Após tê-la em minha posse me deu um frio na barriga. Será que eu ainda me lembrava de como era andar? Fui logo me arriscar pelo centro da cidade! Prontinho, tinha mais jeito não. Era ser corajosa e ir em frente, mas de olho no retrovisor. Senti falta da buzina, mas também estou exigente demais rsrs. Fui pedalando nas ruas mais movimentadas e num horário de muito movimento, mas como gosto de aventura, foi uma ótima pedida. O coração estava super acelerado, parece que estava indo ao primeiro encontro, mas deu tudo certo. Pulei bastante, pois os buracos de Fortaleza estão que estão e como andava em alta velocidade quase me senti arremessada ao chão. Senti a necessidade mais do que urgente de adquirir um capacete.

É legal a visão feminina pelas ruas de Fortaleza. Como nós sofremos por aí! Parece que todos param para nos dar pitacos. Um dizia "cuidado, princesinha", outro "amor, vai devagar", dentre muitas outras conversas sem resposta "gatinha, ai eu nessa cestinha!", "ô mulher para andar rápido, vai com calma que você chega lá", "olha a garotinha unimed passando", "a bichinha num é corajosa!"... Mulher no comando ainda é alvo de muito preconceito!

A blusa branca já estava quase transparente de tanto suar, pois esse exercício perde umas boas calorias e ainda economiza no dinheiro que era para ser utilizado no ônibus. Foi uns 40 minutos de aventura. Vinha com a convicção de deixar a bike no Benfica, mas, para minha decepção, todas as vagas estavam desocupadas. Eita povo benficiano sedentário, aff. Fiquei desapontada, depois da longa caminhada aventureira, já chegando ao destino final! A única estação que me veio em mente foi a da Praça da Bandeira (depois uma amiga me revelou- pra minha raiva- que tinha uma na Gentilândia). Deixei em frente à faculdade de Direito voltei andando e para completar começou a chover. Eu passo por cada uma! Próximo passo? Fazer o percurso Benfica- Beira-Mar. Mas dessa vez vou tentar ir acompanhada kkk


terça-feira, 7 de abril de 2015

O baile da vida

No fim de semana fui assistir pela enésima vez o filme Cinderela. Acho que já assisti a todas versões disponíveis. Durante os minutos que me prendem à telona volto a ser criança. Penso que tenho uns seis anos- uma das melhores idades, pois já compreendia as coisas ao meu redor ao mesmo tempo que não visualizava os problemas dos adultos. Nessa época, acreditada verdadeiramente no príncipe encantado. Tão bom!

A história da procura pela dona do sapatinho de cristal ainda hoje me comove. O tempo me fez trocar o desejo do príncipe encantado pelo homem de Deus. Sei que este virá com defeitos, como qualquer outro mortal, mas que as qualidades serão mais significativas. Espero no Senhor um homem que me ame e me admire do jeito que sou, sem críticas bestas e sem julgamentos precipitados. Quero aquele amor verdadeiro que durará até que Deus, por morte, nos separe. Desejo uma família que tenha por base a rocha e não a areia.

Sonho em completar as bodas de diamante com a lucidez de hoje. Andar de mãos dadas pela praia mesmo quando os passos já vierem com a dificuldade inerente dos anos. Acordar e dormir diariamente com um "eu te amo" e "faria tudo novamente". Fazer reuniões aos domingos com a família, num banquete em que o amor impera.

Sei que quando estou me relacionando com uma pessoa que verdadeiramente quero bem me doo por inteiro, não meço esforços para fazê-la feliz. Passo a me preocupar tanto com ela que, muitas vezes, esqueço até de mim. Espero que o homem de Deus escolhido para mim também seja um doador, pois, assim, nosso banco de coleta será eivado de muito companheirismo, amor e respeito.

Fico chateada quando algumas colegas idealizam o homem como lindo, olhos claros, alto...Eu nem ligo para beleza, não é o fundamental. Sempre digo- até minha mãe se assusta- que o homem reservado para mim pode até ser um ogro, contanto que me faça a mulher mais feliz. O que ainda cobro é um senso no vestir, pois eu sempre ando impecável. Andar desleixado seria como me dizer "não estou nem aí para você". As sandálias de borracha (ploc plocs), verdadeiramente, me tiram do sério!

Falando de beleza, lembrei-me de outro filme a que recentemente assisti "Os dois lados do espelho". O protagonista- um professor de matemática- buscava uma mulher que fosse sua companheira- beleza para ele não importava. Identifiquei-me muito com ele nesse aspecto- em todos não! (assistam o filme para saber kkkk). Ele se deu super bem com uma professora de literatura- os dois não se desgrudavam. Ela o ajudou muito no crescimento como pessoa, por exemplo, ela o ensinou a dar aulas de uma maneira que motivasse os alunos, dando exemplos cotidianos para estimular a participação, envolvendo-os, visto que as aulas dele eram monótonas.

É assim que vejo o amor. O outro descobre coisas boas que a gente leva adormecida. O amor é doação, partilha, não basta um só querer. É o sentimento mais nobre que eu conheço. Nunca vou deixar de crer no poder do amor na vida de um ser humano.

domingo, 5 de abril de 2015

Ela sabe das coisas

Deus é a pessoa que tenho mais respeito em minha vida. Tento obedecê-lo e respeitá-lo sempre- na medida que meus pecados permitem. Abaixo Dele há uma pessoa super especial que tem poder sobre mim: minha mamis poderosa. Nossa ligação é além-mar, não somos só mãe e filha, somos melhores amigas, confidentes, parceiras em atividades e gostos.

Às vezes ela é dura comigo, me repreende nas coisas que faço e eu, no momento, fico com raiva, mas o tempo me mostra que ela sempre está certa e que eu não devo questionar. A minha falta de experiência somada a uma boa dose de ingenuidade não me deixam ver algo que a sagacidade dos anos e o dom de mãe conseguem prever.

Com alguns bons anos de convivência a gente aprende muita coisa. Antes eu discutia abertamente os pontos com os quais não concordava. Ficávamos uns dias até sem se falar. Hoje já não tenho o mesmo "gás". Aprendi a aceitar o que a voz da experiência anuncia. Simplesmente me calo, reflito e depois peço desculpa pela incompreensão. Sempre repito: "se a senhora quiser brigar é sozinha, pois não vou discutir com a senhora".

Ela me ensinou todos os bons valores que carrego: generosidade, humildade, paciência, respeito, dentre outros. Por exemplo, me ensinou que meu namoro deve ser cristão. Não um cristianismo fajuto de ir somente a missa e manter relação íntima depois do casamento, mas um namoro comprometido, sério, em que o respeito e paciência são palavras-chaves. O futuro genro deve tratá-la com amor de filho que preza pela mãe, respeitando de coração os horários e as regras da casa sem a petulância do afrontamento. Embora eu possa até questionar com ela o zelo excessivo que tem para comigo, mas eu respeito, sei que ela tem os devidos motivos, que só pensa no melhor para mim.

Meus relacionamentos amorosos, até agora, vêm com uma turbulência, ondas tsunâmicas agregadas. Os caras dizem que se apaixonam violentamente, até falam em amor e em casamento, mas deixam longe o respeito. Eles não têm a noção de o que é o amor verdadeiro. Beijos e "agarros", palavras e presentes não demonstram o afeto, mas a compreensão, o querer ver o bem do outro acima do próprio bem, o carinho e a paciência. Isso é o verdadeiro amor.

Peço, diariamente, que Deus prepare um verdadeiro homem de Deus para mim ou, do contrário, preferirei viver sozinha, pois não suportaria um "amor" egoísta. Ele deve ser um bom filho, pai, genro e marido. Será que é pedir muito?

Não sei, sinceramente, o que os homens se iludem comigo porque eu sou bastante verdadeira. Falo de como será o namoro, da minha conexão forte com minha mãe, das regras e princípios, dos problemas que já enfrentei e enfrento. Não escondo uma vírgula, mas penso que eles se iludem "Ela vai mudar". Ninguém muda ninguém. O que pode haver é uma melhora, mas que já vinha no íntimo da pessoa, só faltava um empurrão.

Que minhas orações cheguem ao céu.E que o mundo com suas críticas não abalem meus princípios. Acredito na generosidade do Pai para com seus filhos pecadores.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

ORFANDADE

Sabe aquela sensação de ter abortado sem nunca ter ficado grávida? É a que tenho agora! Nossa amizade foi como uma gestação na qual a cada dia me afeiçoava mais a ti. No lugar de acariciar o ventre e cantar as velhas canções de ninar eu te escutava e procurava dar os melhores conselhos, mesmos aqueles que nem mesmo eu os seguia. Cuidava para que nunca sentísseis sozinho ou melancólico. Mesmo quando estava cheia de problemas a resolver tomava um tempo pra ti, como se aquilo fosse algo sagrado. Sentia-me aliviada com isso.

Os meses foram passando e a criança ia tomando forma, cada dia mais me apegava a ela. Os chutes, as dores, tudo era uma alegria a ser divulgada aos quatro ventos. Já perto de completar oito meses, contrações fortes me levaram a crer que era a hora do parto. Pedi, antes, ao motorista- um estranho que passava de carro- que me levasse à Igreja para que eu fizesse uma oração para que tudo ocorresse bem. Em meio a orações ‘desgovernadas’ tu vieste ao mundo com aquela carinha albina gordinha e chorona de menino mimado. Aos primeiros contatos, o motorista te tira dos meus braços ensanguentados e parte para não sei onde.

Fiquei ali por alguns momentos não acreditando que tivesse sido abandonada na porta da igreja, sem meu filho amado. Foi uma desilusão incalculável que, até hoje, depois de sete meses- quase o tempo de uma nova gestação- é difícil de assumir.

Peço muito e incansavelmente a Deus Misericordioso, mesmo sabendo que provavelmente só te verei novamente no CÉU que Ele te proteja por onde fores tendo a certeza de que tua mãe rezará dia e noite pela tua felicidade com o amor Ágape.

Mesmo sem saber se tu irás estudar, trabalhar, lutar pelos teus ideais peço a Ele força, paz e saúde em tua vida. Nossa amizade mãe-filho nunca cessará, mesmo que a distância seja incalculável.

Peço a Nossa Senhora das Graças que te faça um homem de fé que tu não sejas levado aos caminhos dos vícios- mesmo que todos os teus companheiros venham a te criticar- mas aos caminhos da oração. Saibas que tempestades com raios e trovões virão, mas que depois tudo passa e só a graça divina permanecerá. Não te esqueças, filho amado, de rezar por tua mãe, esta pobre pecadora! Peço perdão por ter te dado a vida sem poder cuidar de ti e acompanhar teus prodígios.

Criatura, tu tens o poder da doutrina! Segues os passos de Deus e tudo será menos doloroso.
Fique com Ele, e que Ele te abençoe e te guarde, sempre. Amém.


domingo, 11 de janeiro de 2015

GERAÇÃO GIGOLÔ

Sei que vou tocar em um tema espinhoso, mas de vez em quando temos que ser ousadas! Sempre digo que, em muitos aspectos, sou uma mulher à moda antiga. Chamem-me de “careta”, mas isso não me ofenderá.

Meu universo é o do cavalheirismo em que o homem é o provedor mor da casa, respeita a amada e que a conquista com uma verdadeira arte, um cortejo com direito a poesias e lágrimas. Como uma propaganda conhecida do rádio “seja um lorde na hora da conquista”- a diferença é que não restrinjo só a esse momento, mas amplio para a vida de convivência.

Fim do século XIX houve a revolução feminista, compreendo que foi necessária e que foi vantajosa em vários aspectos, mas, a partir dali, os homens se acomodariam demais, tratando as mulheres como meros “parceiros” e não como uma respeitável dama. Lógico que também devo ressaltar que nem toda mulher gosta de ser tratada com glamour, pois existem aquelas que adoram serem mal tratadas pelo parceiro, mas questão de gosto não se discute!

Estou me pronunciando por conta em risco sobre mulheres como eu, que acreditam que existe uma ínfima porcentagem de homens como antigamente, que corteja a amada com respeito e não traz consigo a modernidade de “rachar” as contas ou de um ordinário revezamento. Não se trata de interesse, mas de gentileza. Não penso que a mulher deva ficar em casa, sem trabalhar, sob as ordens do marido; mas que lute para ganhar a independência financeira para comprar os “supérfluos” e pagar suas contas básicas, mas daí a pagar com “igualdade” não!

Sou do tipo que deixo claro meu pensamento logo no primeiro encontro. Isso pode afastar “uma boa pessoa”, mas se o rapaz quiser seguir em frente não pode dizer que foi enganado! O que muitos fazem? Pensam que eu vou mudar com o decorrer do relacionamento, ledo engano! O desgaste é pior que tudo. Tenham em mente que ninguém muda ninguém, se engana quem pensa o contrário! Se todos fossem verdadeiros como eu como seria tudo diferente!

O que acho pior? Que muitas mulheres vão achando justo pagar metade um dia, depois vão pagando o valor integral e, por último, já sustentam os “marmanjos” com  uma naturalidade ímpar e com uma pena dos pobres coitados. E eles até comentam com os amigos que não há necessidade de trabalhar, pois a “besta” faz isso por eles, que eles estão cansados e querem mais é descansar... Se for para dividir prefiro morar com um amigo e não com um homem!

O feminismo, por exemplo, impulsionou a maior liberdade feminina, concedendo, por exemplo, o direito do divórcio, algo inadmissível até então, mas não quer dizer que a mulher passou a ser um “homem de saia”... Nem vou adentrar tanto no assunto senão fico a escrever infinitamente, mas meu ponto de vista é certo: numa saída, seja pela enésima vez, entre um casal, é o homem quem paga!

Um dia desses, com meus milhares empreendimentos, um velho conhecido apareceu e ficou me “rondando”. Pensei “essa alma quer reza”! Ficou conversando comigo por um tempo e depois perguntou para onde eu iria, pois ele queria uma carona. Cara de pau!!! Usou o diálogo como um pretexto para ir de carro- pensando ele que eu tivesse um! O infeliz voltou com o “rabo entre as pernas” quando soube que faria o trajeto de ônibus. É isso que eu digo, geração gigolô de cafetões travestidos de boa gente.

Quero alguém que some e não que divida ou que diminua! Dividir pra mim só emoções- nada de financeiro envolvido. A liberdade de expressão serve para ratificar as diversas formas de expor os pensamentos.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

PERDOAR NÃO É REATAR LAÇOS!

O perdão é uma das mais nobres atitudes do ser humano, pois é tão difícil realmente dizer isso a uma pessoa (ou mesmo direto para Deus) que lhe causou algum tipo de dor ou que lhe feriu profundamente. Uma frase que aprendi hoje me emocionou "Quem não sabe perdoar destrói a ponte sobre a qual tem que passar."

Será que perdoar é "deletar" todo o acontecido da memória? Lógico que não! A ferida pode cicatrizar, mas a marca sempre estará ali. Isso não quer dizer que a pessoa viva de passado, mas é a realidade. É isso que acontece quando concedemos o perdão. Você se lembrará do fato, mas não nutrirá um sentimento ruim ao "causador".

Perdoar não significa voltar a ser amigos, como nos velhos tempos! Muitas pessoas pensam que por terem adquirido o perdão vão voltar do zero, vão ter a chance de iniciar o processo. O outro tem que entender que o livro já foi escrito e não há como mudar. Aquele velho ditado que diz que não se deve chorar pelo leite derramado faz todo sentido.

Sabe qual a melhor coisa que você faz para quem de alguma forma o magoou? Reze! Reze muito para Deus guiar essa pessoa e dar luzes para que ela não mais machuque o sentimento de outros seres humanos, pois o que eu não quero para mim não devo desejar para o próximo, ainda que ele seja meu inimigo. No perdão está subentendido a empatia, ou seja, o colocar-se no lugar do próximo fazendo o bem sem olhar a quem.


quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

2014 FOI PASSADO!!!! AMÉM!

A chegada de 2015 nunca foi tão esperada, cronometrada e festejada. Os desconhecidos devem ter me associado a uma maluca, mas não tem importância, pois o válido mesmo é que gritei e pulei a vinda deste esperado ano com a intensidade de um show de rock pesado.

Tenho que admitir que 2014 foi um dos piores anos da minha curta vida até então, se não foi o pior! Parece que tudo o que eu fazia dava errado. Foi o ano que eu mais fiquei sem Deus em minha vida- quase virei uma incrédula total. Tentei seguir a “moda” dos descompromissados com o lado espiritual. Quase, mas quase não é chegar lá, consegui realizar o sonho da minha vida.

Vários relacionamentos sofridos passaram por esses eternos dias. Rompimentos que doeram até o mais íntimo do ser me foram propostos. Doenças terríveis colonizaram meu corpo. Minha alma estava cada dia mais angustiada, sentia-me um vegetal. Fui uma “meio que” foragida de meu recanto, perdi oportunidades inacreditáveis, vivi em conflito com minha essência.

2014 até os últimos segundos lançou seu spray de desassossegos. A manicure estourou um vidro de esmalte em mim, o cabeleireiro errou no penteado, quase perco o ônibus da viagem, pois o táxi não apareceu no tempo previsto, a correria para o show da virada me fez percorrer caminhos em que uma fila indiana de baratas saia dos recantos inesperados, tive que correr e correr com o coração na boca para não perder a amada virada...

Minha perna travou sem explicação (nem os melhores especialistas sabiam diagnosticar) e fiquei meses quase que sem andar, problemas familiares dos mais diversos, abandono total dos estudos...enfim, aconteceu de tudo.

Mas dentre toda essa coletânea de tragédias devo admitir que ganhei uma extensa bagagem de experiência de vida. Também voltei a amar e colocar Deus como o ser mais importante em minha vida. Voltei a Ele pela dor de não mais aguentar carregar sozinha o peso de minha cruz. Admiti que sou uma pecadora e que devo me preocupar mais em fazer o bem aos que necessitam do que em centrar em meus próprios problemas, como se eles fossem os mais importantes e sofríveis.


Levo para este ano o compromisso de ser feliz e vou esperar por essa “tal felicidade” batendo incansavelmente na porta, até que ela me atenda e me deixe entrar. Prometo não mais desistir. Espero também alargar essa porta para que o máximo de pessoas entrem o mais rápido possível e venham experimentar das maravilhas de ser feliz verdadeiramente e não só aparentemente.